Este é um processo que ainda vem do tempo de Álvaro Amaro que havia tomado a decisão de construir o multiusos nas antigas fábricas da sociedade Tavares no Rio Diz, depois de conhecido um estudo que apontava vários locais. Sensivelmente há um ano atrás, o atual autarca disse aos jornalistas que o projeto avançava no Rio Diz através de uma financeira, numa espécie de Parceria Publico Privada. Entretanto são públicos os vários avanços e recuos neste processo no último ano e Carlos Chaves Monteiro veio por um ponto final no assunto, disse aos deputados municipais que desiste da construção do CET, pelo menos durante este mandato. O presidente da câmara desvendou ainda que se o negócio avançasse teria o aval financeiro do grupo espanhol “La Caixa”. O Presidente da câmara da Guarda admitiu que o processo não correu bem, mas disse que a autarquia vai reivindicar todos os direitos sobre o terreno do Rio Diz, exigindo se for o caso, juros sobre o valor já adiantado à empresa detentora das antigas fábricas.

O website da Rádio F utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close