Este pedido de parecer fazia parte da reunião camarária e foi solicitado pela Associação Nacional de Farmácias, após o proprietário da farmácia de Gonçalo ter solicitado esta deslocalização. O presidente da câmara da Guarda diz que após várias reuniões com os agentes locais, não estavam reunidas as condições para efetuar a transferência da farmácia de Gonçalo para a Guarda. Carlos Chaves Monteiro justifica esta decisão com a necessidade de Gonçalo ter uma farmácia, uma vez que na Guarda a capacidade de resposta no fornecimento de medicamentos está garantida.
Este assunto fazia parte da ordem de trabalhos e o parecer, que foi negativo, foi votado por unanimidade por todo os vereadores. Mas Carlos Chaves Monteiro lembra que a decisão final cabe à Associação Nacional de Farmácias, que fez o pedido, mas esta, deverá ter em conta a posição da autarquia da Guarda.


