O Estabelecimento Prisional da Guarda e a Associação Terceira Pessoa apresentaram, recentemente, os resultados do projeto “Ar Livre”, que culminou com a estreia do espetáculo de teatro “SUSTER”, no dia 29 de maio, no Teatro Municipal da Guarda.
Tratou-se de uma iniciativa que peretendeu promover a inclusão social e que contou com a participação da população reclusa masculina e feminina do Estabelecimento Prisional da Guarda.
O diretor artistico da Terceira Pessoa, Óscar Silva, considera que este foi mais um projeto enriquecedor, onde os trabalhos dos reclusos saem valorizados.
O diretor do Estabelecimento Prisional da Guarda, Luís Couto também faz um balaço positivo deste tipo de iniciativas, uma vez que permitem, por vezes, alterar o comportamento dos reclusos.
O próximo projeto está relacionado com a rádio no interior da prisão.
Luís Couto adianta que os projetos são muito procurados pelos reclusos. Por vezes, as vagas ficam preenchidas muito rapidamente.


