Joaquim Gomes diz que apesar da óptima relação que tem com o actual executivo, está à vontade para falar com quem vencer em Setembro, até porque a Guarda é uma das capitais de distrito mais importantes neste evento desportivo. Recorde-se que a organização da Volta faz habitualmente contratos de 4 anos com as autarquias e a Guarda foi durante o actual mandato o palco de duas partidas, duas chegadas e de dois dias de descanso. Joaquim Gomes não antevê, por isso, dificuldades em antever que a cidade vai continuar no mapa da corrida, independentemente de quem vencer as eleições em Setembro.


