Foram uma série de subsídios concedidos pela autarquia a várias instituições, parte deles de carácter extraordinário e outros apoios que são concedidos anualmente, bem como algumas compensações financeiras. Entre os vários pontos da ordem de trabalhos os vereadores do PS estranharam a ausência de apoio às associações do Mileu e Sequeira, mas a fazer fé pelas declarações do presidente da câmara, estas associações não apresentaram projetos, assim, Cristina Correia diz que o PS votou favoravelmente todas os apoios levados à reunião.
Já o vereador independente Sérgio Costa, estranha o facto de estes apoios, num montante próximo dos 200 mil euros, surjam a 2 meses das eleições.
O presidente da câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro justificou, que os montantes aprovados são para coletividades desenvolverem atividades, que por causa da pandemia ficaram suspensas. O presidente da câmara diz a autarquia sempre agiu desta forma e que os apoios vão ao encontro do regulamento em vigor
Carlos Chaves Monteiro estranha a posição do vereador Sérgio Costa, até porque esta sempre foi a forma de lidar com as associações e coletividades do concelho, mesmo quando o agora independente tinha funções executivas, referiu o autarca.
Outra das compensações aprovadas foram para os vendedores do mercado municipal que sofreram prejuízos aquando do incêndio. Carlos Chaves Monteiro diz que só agora o processo foi concluído, daí a compensação ter ido nesta altura para aprovação em reunião de câmara.


