O Município da Guarda, através de fundos comunitários, está a investir cerca de 12 milhões de euros para a regeneração urbana da cidade

São obras financiadas através do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) e do Pacto da Coesão Territorial e algumas destas intervenções já foram realizadas com um custo de 4 milhões de euros. Obras como a rotunda e o chafariz da Dorna, a requalificação do Parque da Cidade, zonas verdes, infraestruturas escolares e o acesso coberto ao estacionamento do TMG, são alguns dos exemplos de intervenções que já foram executadas, referiu à Rádio F, Sérgio Costa, Vice-Presidente da autarquia da Guarda.

Atualmente, e dentro deste eixo de financiamento, decorrem intervenções na Torre dos Ferreiros, na Escola Secundária da Sé e zona histórica da cidade, com a criação do Quarteirão Associativo, investimentos que rondam os 1,5 Milhões de Euros e devem estar concluídos no máximo durante o 1º semestre do próximo ano. Em breve devem começar outras intervenções em alguns bairros da cidade e zonas verdes, Sérgio Costa fala num investimento de cerca de 1 Milhão de euros.

Em fase de conclusão de projeto e para lançamento de empreitada, estão na calha outras intervenções, tais como nas ruas Tenente Valadim e do Encontro, o eixo rodoviário que liga o Estádio Municipal à Alameda de Santo André com a requalificação da Avenida Alexandre Herculano e Rua Soeiro Viegas, bem como a Pedovia/Ciclovia paralela à VICEG. O vice-presidente da Câmara da Guarda diz que estas intervenções estão orçadas em 3,5 Milhões de euros.

Sérgio Costa adiantou ainda que há outros projetos no âmbito do PEDU e Pato de Coesão que vão ser executados, mas para já apenas refere que ainda estão numa fase muito embrionária.

Algumas destas intervenções vão levar a que haja alguns constrangimentos na vida dos Guardenses, algo que se justifica com os benefícios obtidos a longo prazo, diz o Vice-presidente da camara da Guarda.

No total e no âmbito do PEDU e Pacto de Coesão o investimento ronda os 12 Milhões de euros, financiados por fundos comunitários, obras que de acordo com Sérgio Costa, têm que estar concluídas no máximo até 2022. (ouvir aqui)