Rui Ferreira, residente na Guarda, foi dar uma volta de carro depois de almoço, como fazia habitualmente, mas não regressou, como era costume, por volta das 19 horas.
A família estranhou e deu o alerta à PSP mas apesar de meios em vários locais, não há sinais nem de Rui Ferreira nem da viatura.
Carla Nascimento, irmã de Rui Ferreira, esteve, esta tarde, nos estúdios da Rádio F e explicou que o irmão é portador de uma doença neurodegenerativa, que o impede de se movimentar.
Antes de sair de casa, na passada Segunda-feira, por volta das 15H30, Rui Ferreira tinha preparado “cassetes de medicação” para as próximas duas semanas.
Carla Nascimento adiantou que o irmão gostava muito de ir passear para as zonas das eólicas e de andar por caminhos velhos e estradas nacionais. No entanto, todas essas áreas já foram palmilhadas pela GNR, familiares e amigos e inclusive, por drones, mas não houve sequer, sinais de que a viatura, um SMART, de matrícula 69-NX-06, tenha passado por ali.
Para a família esta será a parte mais curiosa deste episódio, uma vez que estranham não se conseguir localizar a viatura. Rui Ferreira fazia-se acompanhar de um telemóvel, que ainda esteve ligado nas primeiras horas das buscas mas que já está desligado.
Carla Nascimento deixa o apelo a todos quantos queiram participar nas buscas e chega mesmo a dizer que «o meu irmão está onde estiver o carro porque ele tem dificuldades motoras», acrescentando que «ele pode estar num ermo, em locais de difícil acesso».
Fonte da GNR disse à Rádio F que há vários meios em todo o distrito, à procura deste individuo.


