O ex-presidente da Câmara de Gouveia foi condenado, por prevaricação de titular de cargo político, pelo Tribunal da Guarda, a três meses e meio de prisão, com pena suspensa, condicionada ao pagamento de 25 mil euros, no prazo de um ano. Em causa está o processo das parcerias público-privadas ainda do tempo em que Álvaro Amaro era presidente da Câmara de Gouveia. No final da leitura da sentença, apenas o advogado de Álvaro Amaro aceitou falar aos jornalistas. Carlos Peixoto referiu que vai recorrer porque considera que a sentença é injusta e constitui um erro judicial grave. Carlos Peixoto sublinhou a não perda de mandato de Álvaro Amaro, no cargo de deputado no Parlamento Europeu mas adiantou que esta sentença pode ter consequências graves a nível pessoal e políticas.


