Os pedidos deram entrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) entre junho e julho de 2026, surgindo no seguimento do lançamento de uma formação executiva em propriedade industrial promovida pela instituição no passado mês de março. O reitor da UPG, Joaquim Brigas, destaca que a investigação e a inovação na instituição têm sido uma realidade e apoiada de forma estratégica. Na sequência da pós-graduação dedicada a estas temáticas, passou a verificar-se uma preocupação acrescida em proteger e registar o trabalho científico produzido. O reitor sublinha que a concretização de três registos num espaço de tempo relativamente curto reflete a aposta estratégica realizada, antecipando o surgimento de mais patentes no futuro.
Joaquim Brigas explicou ainda que a UPG desenvolve atualmente investigação em cinco áreas fundamentais acreditadas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Estas novas patentes resultam da colaboração direta de investigadores em diversos projetos de investigação aplicada e em redes de projetos europeus que a instituição integra ou lidera.


