O assunto foi levado à última reunião do executivo, onde foram levantadas algumas questões por parte da oposição. A vereadora do PS, Cristina Correia quis saber se os terrenos agora cedidos à Sodecia vão servir para construir para uma zona desportiva para os trabalhadores da empresa.
Também o vereador Sérgio Costa abordou a questão da construção do campo desportivo para os trabalhadores nos terrenos cedidos. O independente diz que todas as empresas do concelho têm que ser tratadas com equidade. Sérgio Costa diz também que fica a faltar um compromisso escrito por parte da empresa sobre o número de postos de trabalho a criar, com a cedência dos terrenos pela autarquia.
O presidente da câmara da Guarda, Chaves Monteiro explicou que a empresa fica a pagar pelos terrenos cedidos uma renda anual de 1418 euros por ano, durante um período de 50 anos. O autarca diz que todo o projeto de ampliação da empresa permitirá criar mais de 200 postos de trabalho e confirma que parte dos terrenos cedidos serviram para a construção de um equipamento desportivo para trabalhadores. Já na resposta a Sérgio Costa, Chaves Monteiro diz que neste caso não se trata de uma questão de equidade é preciso «tratar diferente o que é diferente».


