E esta medida foi aprovada em reunião do executivo com os votos contra do PSD e abstenção do PS e coloca em definitivo, um ponto final neste negócio, considerado pelo autarca, Sérgio Costa, como ruinoso para o erário publico. Também em reunião de câmara foi aprovada a decisão do envio de todo o processo para diversas instâncias de fiscalização e também para o Ministério Público.
O vereador do PSD Chaves Monteiro, que na altura era o presidente da câmara e que assinou este contrato, refuta todas as acusações e diz que tudo foi feito de acordo com a legislação em vigor. Chaves Monteiro diz que vai avançar com uma ação judicial de denúncia caluniosa contra o Presidente da Câmara da Guarda, se este, enviar o processo para as instâncias referidas.
Na resposta o autarca diz que não tem medo das ameaças do vereador do PSD, e que esta posição de Chaves Monteiro é uma tentativa de o condicionar. Sérgio Costa acrescenta ainda, que está a ser coagido para não avançar com o dossier para o Ministério Publico e reitera que não admite ameaças. O autarca falou ainda da mais recente polémica com o Centro de Exposições de Caminha, um negócio que foi travado a tempo na cidade da Guarda, sublinhou Sérgio Costa.
Este assunto fazia parte da ordem de trabalhos da penúltima reunião de câmara e foi aprovado com a abstenção do vereador do PS. Luís Couto entende que há aqui matéria que deve ser investigada.
A câmara da Guarda decretou a nulidade do negócio nos antigos terrenos do Matadouro e enviou o processo para Inspeção Geral das Finanças e Ministério Publico. E esta medida foi aprovada em reunião do executivo com os votos contra do PSD e abstenção do PS e coloca em definitivo um ponto final neste negócio.


