Esta é uma greve que abrange vários setores da saúde de uma forma faseada e setorial, entre unidades hospitalares e centros de saúde. As revindicações mantém-se as mesmas, a admissão de mais enfermeiros, as progressões e uma proposta para a carreira de enfermagem, são os motivos desta greve, como contou à Rádio F, Ricardo Correia do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

O sindicalista fala da carência de enfermeiros e diz ainda, que muito há a fazer sobre o descongelamento de carreiras prometidas pelo governo, Ricardo Correia frisou que a ULS Guarda ainda não notificou os enfermeiros da pontuação obtida para efeitos de progressão.

Os serviços mais afetados pela greve no dia de hoje são os dos blocos operatórios e a cirurgia de ambulatório, segundo o sindicalista.

Ricardo Correia acrescentou ainda, que o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses vai aproveitar a presença do ministro das Saúde na próxima sexta-feira na Guarda, para entregar uma carta aberta, que alerta para as lacunas na ULS da Guarda.

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