O presidente do Instituto Politécnico da Guarda defende a necessidade urgente de a cidade e as suas instituições trabalharem em conjunto para criar um ecossistema que favoreça o crescimento da região. Joaquim Brigas em entrevista exclusiva à Rádio F, defende que, a Guarda precisa de se empenhar ativamente para se tornar uma cidade mais atrativa, capaz e uma referência no ensino, tal como aconteceu em décadas passadas. O Dirigente alertou que a história já provou que, quando as instituições locais andam de «costas voltadas», quem sai prejudicada é a cidade e o território, resultando em perdas de oportunidades. Contudo, Joaquim Brigas assegura que esse isolamento institucional faz agora parte do passado. A nova visão para a região assenta na colaboração direta com autarquias e empresas para a capacitação de recursos e o apoio a projetos estruturantes, como o Porto Seco e a requalificação do centro histórico. O objetivo desta cooperação é claro, criar condições para que as empresas ajudem a fixar quadros que terminam a sua formação no IPG.
Com a transição para o modelo de universidade, o IPG reafirma-se como um parceiro efetivo e disponível para ajudar a desenvolver a Guarda e os concelhos vizinhos numa perspetiva de democratização e inovação.

