O candidato disse à Rádio F, que aceitou este desafio porque este órgão necessita de uma voz «conservadora e jovem», considerando ainda que o Chega vai crescer eleitoralmente na Guarda, tal como tem acontecido de uma forma transversal no país. O candidato marca como objetivo eleitoral eleger mais do que um deputado para a Assembleia Municipal da Guarda e assim formar um Grupo Municipal no órgão deliberativo.
Sobre o atual mandato autárquico, João Pedro da Silva considera que o caminho seguido até aqui, está a levar a Guarda para uma «catástrofe declarada.»
Para inverter aquilo que considera uma má estratégia de governação, o candidato do Chega defende uma maior atratividade económica para o concelho, com a criação de mais emprego e consequentemente uma maior fixação de pessoas.


