A aquisição foi aprovada na última reunião de camara por 60 mil euros, e a autarquia compra um edifico na rua do Amparo, onde supostamente terá funcionado o tribunal judaico. O Presidente da câmara da Guarda, Carlos Chaves Monteiro diz que esta foi uma oportunidade que surgiu sob a forma de proposta, e justificou a aquisição com a importância histórica judaica do edificado. O Presidente da câmara da Guarda refere que aquele local poderá vir a servir para colocar uma espécie de valência do Centro Interpretativo de Arte Judaica, mas ressalva que há outras hipóteses em cima da mesa.
Já os vereadores do PS consideram excessivo o valor pago pela autarquia e defendem que a câmara já dispõe de um vasto edificado para o efeito. A vereadora socialista compara mesmo a câmara da Guarda a uma verdadeira imobiliária devido ao elevado número de aquisições de edifícios que tem feitos nos últimos meses.
Também o vereador do PSD, mas sem pelouros mostrou alguma reserva sobre esta aquisição e diz que em 2019 a autarquia já tinha adquirido um outro edifício para o mesmo efeito. Sérgio Costa diz mesmo que há uma falta de planeamento no destino a dar aos imóveis que a autarquia tem adquirido recentemente.
A aquisição do imóvel foi aprovada por maioria na última reunião de câmara por 60 mil euros e contou com a abstenção dos vereadores do PS e do Social Democrata Sérgio Costa.


