O Social Democrata diz que por muitas vezes colocou a sua vida pessoal e profissional em segundo plano, em detrimento do trabalho em prol da Guarda. Sérgio Costa sai em defesa do trabalho que fez no projeto da Variante dos F’s e refere que o processo podia ser mais célere, se já fosse lançado o concurso público sem adjudicação e em paralelo com as restantes obrigações legais.
O Social Democrata diz que gostava de ter feito mais para que o compromisso da construção da Variante dos F’s fosse uma realidade o mais rápido possível, mas lembra que foi afastado de uma forma autoritária por Carlos Chaves Monteiro. O Social Democrata lamenta que Carlos Chaves Monteiro nada tenha dito durante a reunião do executivo sobre o seu trabalho enquanto vereador com pelouros, e só o tenha feito depois no encontro com os jornalistas.
Sérgio Costa lembra que na reunião de Câmara até elogiou as obras que estão a ser executadas pela autarquia, que entretanto haviam sido planeadas pelo seu gabinete quando tinha funções executivas. O Social Democrata diz que a Guarda, há de encarregar-se de avaliar um o desempenho da autarquia, no antes e o depois de Sérgio Costa. O vereador sem pelouros diz que as declarações do Presidente da câmara só revelam «desespero e nervosismo por uma governação à revelia e que anda à deriva».
O Social Democrata diz que no passado recente as decisões da autarquia sempre foram tomadas em sintonia com todos os vereadores. Agora, recorda, que foi afastado em março por uma decisão unilateral e que adjetiva como autoritária. Por fim o social-democrata refere que os resultados registados para a concelhia do PSD da Guarda no início do verão, foram um sinal daquilo que os militantes querem para o partido e para a Guarda.


