Alexandre Lote, alertou para a incapacidade financeira do município em enfrentar os estragos sozinho, estimando uma necessidade de investimento mínima de perto dos 4 milhões de euros. O autarca sublinhou que a Câmara lida com um «nível de endividamento herdado muitíssimo alto» que retira qualquer elasticidade ao orçamento municipal para responder a imprevistos desta magnitude.
O autarca destacou os danos mais graves que passaram pelo pavilhão desportivo da escola, na central de camionagem, nas diversas vias rodoviárias e a destruição de muros e equipamentos públicos e privados. O autarca reforçou que a situação do concelho é de uma “dupla especificidade”. A grande dimensão dos estragos físicos aliada à fragilidade financeira da autarquia.
Entretanto a Assembleia da República aprovou uma proposta de alteração do Partido Socialista (PS) que integra o concelho de Fornos de Algodres no regime excecional de “Calamidade Pública”, uma situação que não estava inicialmente contemplada na proposta de lei original apresentada pelo Governo Português.


