Foi no programa da Rádio F, Bilateral, que o diretor do serviço de cirurgia, Augusto Lourenço manifestou esta preocupação. Durante este ano e meio devido à pandemia as cirurgias realizadas têm sido essencialmente de urgência e em casos oncológicos. Questionado sobre uma retoma progressiva no serviço que dirige, o cirurgião diz que o problema imediato reside da falta de anestesistas. Augusto Lourenço diz que antes da pandemia, havia quatro períodos semanais para operar, atualmente está apenas reduzido a um, devido à falta de anestesistas. O cirurgião fala mesmo numa situação «dramática e asfixiante».
O diretor do serviço de cirurgia da ULS da Guarda está expetante quanto à chegada de dois novos médicos de anestesiologia à instituição. O cirurgião diz que o serviço que dirige tem capacidade para operar todos os dias, caso seja necessário. Augusto Lourenço acredita que em setembro o ritmo cirúrgico poderá aumentar consideravelmente, isto se o serviço de anestesiologia do Hospital da Guarda for reforçado.


