Em causa estão as escolas do primeiro ciclo da cidade, onde em parte delas não há esta resposta para todos os alunos, o que onera os pais na hora de garantir a alimentação aos filhos, referiu Joaquim Nércio, presidente desta Associação. O dirigente associativo entende que esta é altura da autarquia da Guarda resolver esta desigualdade que já persiste há quase 15 anos. Joaquim Nércio diz que o problema se arrasta há anos e que tem vindo a ser denunciado nos órgãos próprios, nomeadamente no Conselho Municipal da Educação, e esta é altura de o município da Guarda cumprir com esta obrigação legal. O presidente da associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Afonso de Albuquerque diz que as reuniões para resolver o problema têm sucedido, mas o certo é que nada acontece há mais de uma década. O dirigente associativo estava esperançado que o problema ficasse resolvido durante este ano, até porque a direção regional de educação do centro confirmou que as autarquias têm de disponibilizar uma reposta universal para todos os alunos em matéria de alimentação.
Entretanto este assunto foi abordado na última Assembleia Municipal da Guarda pelo Partido Socialista. Na resposta, o presidente da câmara da Guarda lembrou que este problema persiste desde 2009, mas daí para cá já houve ligeiras melhorias e Sérgio Costa acrescentou que a autarquia está a trabalhar para encontrar uma solução no curto e médio prazo.


