O equipamento, que representa um investimento superior a 4 milhões de euros, reforça a ligação ferroviária ao Porto de Leixões, a capacidade logística e a competitividade da região e a sua ligação aos principais corredores nacionais e internacionais de transporte de mercadorias.
O Porto Seco dispõe de cerca de 30 mil metros quadrados de área pavimentada e 750 metros de linhas ferroviárias, permitindo acomodar comboios de mercadorias com 750 metros de comprimento. A infraestrutura tem capacidade para movimentar mais de 45 mil contentores de 20 pés por ano e dispõe de um parque com capacidade para 850 contentores.
Para João Pedro Neves, presidente do Conselho de Administração da APDL, o Porto Seco da Guarda é um passo importante para aproximar as empresas dos principais mercados. Aquele responsável explicou que o Porto Seco da Guarda vai ser gerido pela APDL em colaboração com um operador logístico.
Já o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz realçou as boas condições de acessibilidade da Guarda e frisou que o Porto Seco ainda está só no início e que há um caminho a percorrer.
E para o presidente da Câmara da Guarda a inauguração do Porto Seco é a conclusão de um longo processo que conheceu avanços e recuos. Sérgio Costa disse aos jornalistas que a infraestrutura oferece uma nova centralidade para a Guarda. O autarca acrescentou que o Porto Seco pode conhecer, no futuro, uma segunda fase com a sua expansão. Quanto às acessibilidades, Sérgio Costa recordou que os projetos das variantes da Sequeira e dos Galegos já estão elaborados. A adjudicação da obra poderá acontecer em 2027.
Com a inauguração do Porto Seco, a Guarda reforça o seu posicionamento como plataforma logística do interior, criando melhores condições para o desenvolvimento económico regional e para a integração das empresas nas cadeias logísticas nacionais e internacionais.

