As forças políticas que têm assento no executivo da Câmara da Guarda reagiram, na última reunião, à realização do Conselho de Ministros na cidade. O Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, enalteceu a realização inédita do Conselho de Ministros no território concelhio, sublinhando que foram poucas as autarquias no país a acolher esta reunião. O autarca considerou a iniciativa um momento de grande relevância para a cidade, constituindo uma oportunidade apresentar ao Governo projetos e investimentos estratégicos para o futuro. Entre os resultados concretos do encontro, o edil destacou vários pontos.
Ao assinalar o momento no contexto dos 50 anos de poder autárquico democrático, Sérgio Costa falou de um balanço francamente positivo da reunião.
Já o vereador do PSD, João Prata, expressou agrado relativamente ao conjunto de reivindicações apresentadas pelo Presidente da Câmara ao Governo. Contudo, o social democrata disse que deveria ter sido igualmente solicitado ao executivo central uma maior celeridade no pagamento dos fundos comunitários e dos diversos programas sob tutela ministerial à autarquia da Guarda.
Quanto ao vereador do Partido Socialista, António Monteirinho, classificou a realização do Conselho de Ministros na Guarda como um motivo de regozijo, no entanto, ressalvou que o PS esperava muito mais no que respeita à resolução dos constrangimentos e bloqueios à atividade económica no concelho. Como exemplos apontou a ausência de um anúncio relativo à conversão da UPG em universidade clássica e a falta de garantias sobre infraestruturas fulcrais, designdamente as variantes dos Galegos e da Sequeira, indispensáveis para o funcionamento o Porto Seco.


