O assunto fazia parte da ordem de trabalhos da última reunião do executivo camarário e recorde-se que aquele imóvel foi adquirido durante o anterior mandato autárquico. Em cima da mesa estão agora três propostas para dar destino ao espaço, e que para o vereador do PS, Luís Couto era importante que uma delas fosse de âmbito aberto, permitindo à população sugerir ideias para aquele local.
Também o vereador do PSD, Chaves Monteiro, referiu que era importante haver uma proposta mais genérica e ampla, para além das duas que inicialmente foram levadas à reunião de câmara, que foram consideradas pelo Social Democrata sem visão estratégica. Chaves Monteiro lembrou que no anterior executivo, já estava definido o fim a dar aquele espaço, com a requalificação do edificado e a colocação de um museu para acolher a “coleção Piné”, num projeto elaborado pelo arquiteto Souto Moura.
Na resposta ao Social Democrata, o presidente da câmara da Guarda acusou o vereador do PSD de estar a faltar à verdade. Sérgio Costa diz que na autarquia não há nenhum acordo com a Associação Nacional de Farmácias para trazer qualquer coleção para a Guarda e também, não há acordo com nenhum arquiteto para a elaboração do projeto para aquele espaço. Assim, Sérgio Costa referiu que vai ser submetido a consulta pública, não vinculativa, três propostas para dar destino ao espaço. A primeira com a criação de uma praça, a segunda prevê a reconstrução do edificado, ambas com estacionamento no subsolo e uma terceira, com um objeto amplo, onde podem surgir novas ideias. O autarca disse ainda que esta 3ª hipótese surgiu durante a discussão do ponto da ordem de trabalhos na reunião do executivo. O presidente da câmara da Guarda deixa entender que tem a perceção que a primeira proposta, que prevê a construção de uma praça, parece ser aquela que tem mais acolhimento na opinião pública. Mas Sérgio Costa diz que se a solução for outra também há projetos que fazem parte do compromisso eleitoral e que ali podem ser colocados.


