Este assunto foi levantado na última reunião do executivo pelo vereador do PS. António Monteirinho considerou a celebração justa e necessária, sugerindo que as atividades decorram ao longo de 2026. O socialista destacou a importância de a Guarda, enquanto capital de distrito, dar um sinal de claridade e preservação da memória. Uma das propostas passa pelo envolvimento de todos os antigos presidentes da câmara eleitos democraticamente que ainda estão vivos, para que possam dar o seu contributo e partilhar a sua memória sobre o poder local.

Já o vereador do PSD, João Prata, enfatizou que estas comemorações devem englobar tanto as primeiras eleições autárquicas como os 50 anos da Constituição da República Portuguesa

O Presidente da Câmara, Sérgio Costa, confirmou que já existe um grupo de trabalho interno no município dedicado à elaboração deste programa comemorativo. O autarca reforçou que a autarquia está aberta a receber propostas, sublinhando que «todas as boas sugestões serão bem-vindas», desde que as mesmas sejam realistas e não representem «utopias orçamentais».

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