No período destinado à intervenção do público, confrontou os deputados municipais e o executivo com aquilo que apelidou de «inação da autarquia perante uma condenação judicial por assédio moral». Numa intervenção marcada pela denúncia de desigualdade de tratamento e falta de transparência, Gisela Valente expôs, o seu caso de vítima de assédio laboral por parte sua superior hierárquica.
Segundo o testemunho de Gisela Valente, o caso, que se arrastou no tempo, resultou num processo judicial onde os factos foram comprovados em todas as instâncias. Apesar de a sentença ter transitado em julgado, a funcionária denuncia que a autarquia tem mantido um «silêncio absoluto» perante os seus pedidos formais para a instauração de um processo disciplinar. Gisela Valente alertou que esta omissão pode configurar vários crimes.
A trabalhadora exigiu ação aos deputados municipais com a abertura imediata de um processo disciplinar e uma comissão de inquérito.

