Em causa está o projeto de transformação do piso superior do edifício num polo tecnológico e as dificuldades em avançar com o concurso público. João Prata, levou o assunto à reunião, questionando as condições atuais do mercado e o ponto de situação da intervenção anunciada publicamente na abertura da Feira Farta do ano passado. Segundo o vereador, a informação recebida aponta para que o concurso destinado à intervenção nos dois pisos do edifício tenha ficado deserto, uma situação que, referiu, tem acontecido com outros projetos ao longo do presente mandato. O Social Democrata destacou ainda a importância de a Câmara Municipal não descurar as «pequenas coisas» e a manutenção imediata que o espaço carece.

Em resposta, o Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, defendeu a visão estratégica para o local, que passa pela requalificação dos pisos 1 e 2. O autarca confirmou que o concurso anterior ficou deserto e explicou que o projeto está a ser alvo de uma reavaliação de custos para ser lançado novamente em breve. Sérgio Costa sublinhou que a falta de concorrentes em concursos públicos é, atualmente, um paradigma em todo o país e não um problema exclusivo da Guarda. O Presidente da Câmara lamentou a postura da oposição, instando o vereador a colaborar de forma construtiva em vez de se focar em críticas que classificou como «crónicas da má língua».

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