O caso, que envolve a cedência de uma funcionária da autarquia à ULSG foi levado a público pelo deputado do PS, Miguel Borges. O socialista confrontou o executivo com as conclusões da IGAS, questionando a legalidade do município ter transferido verbas para o pagamento de uma funcionária que passou a exercer funções noutra instituição.

Na resposta, o presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costa, defendeu a atuação do município, alegando que a cedência ocorreu por um pedido expresso da anterior administração da ULSG invocando o interesse público. O autarca assegurou que, embora o município tenha pago os vencimentos inicialmente, foi, e está a ser ressarcido pelo hospital, tendo já notificado a atual administração para liquidar valores ainda em dívida

O presidente sublinhou que a lei permite a requisição por serviço público e que a autarquia apenas anuiu a um pedido de uma entidade externa, tal como faz com outros funcionários.

A IGAS arquivou o processo por considerar a situação funcional da trabalhadora já ultrapassada, mas remeteu toda a informação para o Ministério Público.

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