Este assunto foi abordado na última reunião de câmara, logo após o primeiro episódio de neve e apesar de reconhecer o esforço da autarquia na manutenção da mobilidade, o vereador do PS, António Monteirinho, levantou uma questão crítica sobre o encerramento generalizado das escolas. O socialista questionou qual a escola que ficou aberta para acolher os filhos dos profissionais de emergência (proteção civil, bombeiros, hospital) que tiveram de trabalhar durante o nevão. António Monteirinho classificou esta falta de resposta como «uma falha» e apelou a uma solução mais eficiente em situações futuras, sublinhando que a sua crítica é feita de «forma construtiva».

Na resposta às críticas, Sérgio Costa esclareceu que não foi sinalizada qualquer necessidade nesse sentido. O presidente defendeu que as famílias costumam ter redes de apoio e que o município esteve sempre pronto para se adaptar. O autarca sublinhou que o edifício da Câmara Municipal esteve sempre aberto e disponível para acolher crianças, caso fosse necessário. Destacou ainda o apoio dado a uma IPSS da cidade para garantir a distribuição de alimentação aos idosos, reforçando que a autarquia está em constante adaptação às circunstâncias.

O presidente da Câmara deixou ainda um apelo direto aos cidadãos, para que em futuros episódios não circulem sem correntes ou mantas adequadas para os pneus e respeitem as orientações da proteção civil.

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