Orlando Faísca manifestou a sua preocupação com o fecho total das escolas devido à queda de neve, como ocorreu ontem, sublinhando o impacto negativo que esta paragem causa na atividade privada. O dirigente defende que as instituições devem manter serviços mínimos para apoiar os pais que não podem deixar de trabalhar.
Para o representante das empresas da Guarda, existe uma disparidade entre o setor público, que interrompe a atividade com facilidade, e o setor privado, que continua a laborar. O fecho das escolas obriga os pais do setor privado a faltar ou a enfrentar grandes dificuldades, enquanto no público os funcionários são ressarcidos pelo dia de trabalho mesmo estando em casa. O Presidente do NERGA afirma que «não é por um bocadinho de neve que de repente para tudo», referindo que as empresas não podem parar a sua atividade.
Orlando Faísca defende um plano que pelo menos garante 30% a 50% da escola esteja aberta em dias de neve. O Presidente do NERGA revelou que já contactou o Presidente da Câmara da Guarda e os Diretores do Agrupamento de Escolas da Guarda.


