A União de Sindicatos da Guarda já manifestou o descontentamento junto do Ministério da Saúde por não terem sido atribuídas vagas de assistentes técnicos e operacionais à ULS da Guarda

A União de Sindicatos da Guarda, já manifestou o descontentamento junto do Ministério da Saúde e ARS do Centro pelo facto de não terem sido atribuídos, qualquer assistente técnico e operacional à ULS da Guarda, dos quase 1500 profissionais que o governo anunciou para reforçar o setor da saúde. Da medida anunciada por Marta Temido, couberam apenas cinco enfermeiros à ULS da Guarda e não foi atribuída qualquer vaga para Assistente Técnicos e Operacional. José Pedro Branquinho da União de Sindicatos da Guarda diz que esta notícia não é nada boa para o distrito e que as necessidades desta Unidade Local de Saúde rondam os 120 assistentes operacionais.

José Pedro Branquinho refere que os sindicatos vão continuar a lutar para ter mais e melhor saúde no distrito, mas o dirigente sindical diz que a sociedade também tem que se envolver mais nesta causa. O dirigente sindical diz que já fez chegar este descontentamento ao Conselho de Administração da ULS da Guarda, mas José Pedro Branquinho aponta baterias ao Ministério da Saúde. (ouvir aqui)