O Tribunal de Contas quer saber se a Câmara da Guarda tem sustentabilidade financeira para avançar com os “Passadiços do Mondego”

O Tribunal de Contas quer saber se a Câmara da Guarda tem sustentabilidade financeira para fazer a obra dos passadiços do Mondego, se não tiver financiamento de fundos comunitários. A informação foi dada pelo presidente do Município, no final da reunião do executivo. Carlos Chaves Monteiro diz que o Tribunal de Contas pediu novos esclarecimentos. O projeto está orçado em 1,3 milhões de euros e consiste na instalação de um conjunto de passadiços de madeira num trajeto de extensão total de cerca de 11,5 quilómetros, entre a barragem do caldeirão e Videmonte. Carlos Chaves Monteiro garante que, mesmo sem fundos comunitários, a obra vai para o terreno. (ouvir aqui)