O chumbo do orçamento da Câmara da Guarda foi tema central do programa da Rádio F, “Poder Deliberativo” e PS e PSD deixaram uma porta aberta para aprovar o documento, mas só no primeiro trimestre de 2024. O debate junta à mesa os representantes das bancadas municipais da Assembleia Municipal da Guarda, e o líder do PS, Miguel Borges, diz que é o tempo necessário para que o autarca, Sérgio Costa, possa demonstrar trabalho, algo que segundo o mesmo não foi feito na primeira metade do mandato. Quanto a eleições intercalares, o deputado diz que essa é uma decisão do presidente de câmara, se tem ou não, condições para governar.
Do lado do PSD, Ricardo Neves de Sousa, diz que os Social Democratas estão disponíveis para rever o sentido de voto, mas se for apresentado um orçamento que vá de encontro às reais necessidades dos guardenses e que traga desenvolvimento para o concelho.
Do lado do Mmovimento Iindependente “Pela Guarda”, Breia Lopes considerou positiva esta abertura por parte da oposição, mas sublinha que quem governa é o PG, e que o documento não pode ser desvirtuado nas principais linha orientadoras.


