O líder dos Social Democratas da Guarda deixa o aviso, a Secretaria de Estado da Ação Social não pode servir como um ensaio para as próximas eleições autárquicas, tornando-a numa espécie de comissariado político do PS

Sérgio Costa diz que o eleitorado da Guarda saberá fazer o devido julgamento político e que o distrito não vai aceitar qualquer passerelle governamental no período eleitoral do próximo ano.

Questionado sobre a recente nomeação de um técnico especialista para a Secretaria liderada por Rita Mendes, Sérgio Costa não questiona a legitimidade política, mas refere que o PS refugia-se de uma forma contínua atrás de lugares.