Investigadores do Politécnico da Guarda desenvolveram um penso inteligente para melhorar o tratamento de feridas crónicas

Trata-se de uma «ideia simples» que permite saber a necessidade exata da mudança do penso através de um bio sensor que produz uma mudança de cor no penso, que é aplicado sobre as feridas, como adiantou Teresa Paiva, coordenadora deste projeto. Com esta inovação pretende-se facilitar o trabalho dos profissionais de saúde e garantir aos utentes um tratamento mais cuidado e controlado, sublinha Teresa Paiva. Este projeto foi desenvolvido por investigadores do IPG, através de uma equipa multidisciplinar que envolveu professores e alunos. O próximo passo adiantou Teresa Paiva é encontrar um parceiro económico que possa produzir e comercializar este penso.