Nos distritos da Guarda e Castelo Branco atualmente há três maternidades, no Hospital Sousa Martins na Guarda, Amato Lusitano em Castelo Branco e no Hospital Pêro da Covilhã. Para José Aníbal, a decisão em manter as três maternidades na Beira Interior é apenas política, já que tecnicamente está demonstrado que maternidades que distam 50 a 60 quilómetros entre si, são maternidades a mais. O médico acrescenta, que é preciso rentabilizar os escassos recursos humanos.

O diretor do serviço de ginecologia e obstetrícia da ULS da Guarda diz que a divisão administrativa nem sempre corresponde à vontade das grávidas na escolha do local onde querem fazer o parto. O médico José Aníbal lembra que atualmente a grávida tem a liberdade de escolher a maternidade para ter o seu bebé.

Nos distritos da Guarda e Castelo Branco atualmente há três maternidades, onde de acordo com os dados do sítio de internet do SNS, foram registados desde já janeiro até setembro deste ano, 1011 partos, 407 na ULS da Guarda, 279 na ULS de Castelo Branco e 325 no Centro Hospitalar da Cova da Beira na Covilhã. Em termos comparativos no centro Hospitalar Tondela-Viseu em Viseu, registaram-se 1427 partos e na ULS do Nordeste – Bragança, foram contabilizados 336 partos, em período homólogo. (ouvir aqui)

 

 

 

 

 

O website da Rádio F utiliza cookies para melhorar e personalizar a sua experiência de navegação. Ao continuar a navegar está a consentir a utilização de cookies mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close