O Diretor do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia da ULS da Guarda desconhece os motivos que levaram Ministério da Saúde, a não abrir as duas vagas solicitadas para esta especialidade

José Aníbal que dirige este serviço desde os finais do mês de maio, em entrevista à Rádio F, começou por dizer que aceitou a nomeação para diretor de serviço por concurso público, com o objetivo de melhorar o serviço de acordo com um projeto que apresentou ao Conselho de Administração da ULS da Guarda.

O novo diretor do serviço já identificou as principais carências, que passam pela falta de recursos humanos e as condições físicas onde o serviço está instalado. José Aníbal fala de carência de clínicos e lembra que neste serviço há apenas 8 médicos e que a faixa etária da maior parte deles, está muito perto da reforma. O diretor de serviço referiu que no último concurso para a colação de médicos, solicitou juntamente com o Conselho de Administração da ULS da Guarda, duas vagas para especialistas de Ginecologia e Obstetrícia. Jose Aníbal desconhece os motivos que a levaram a tutela em não abrir vagas para a Guarda.

O médico salienta no entanto que nos últimos quatro anos houve a entrada de três novas médicas, o que permitiu implementar um serviço diferenciador na área da Ginecologia. (ouvir aqui)