Pelo menos é essa a informação que o Presidente da Câmara da Guarda tem nesta altura, o assunto voltou a ser abordado na última reunião do executivo da Câmara da Guarda, pelo vereador socialista Eduardo Brito antes do período da ordem do dia. O autarca da Guarda, Carlos Chaves Monteiro referiu que, para já, não há qualquer alteração na posição do principal cliente da DURA, em deslocalizar as encomendas da fábrica da Guarda para a Índia, a partir do outono. O presidente da Câmara da Guarda dá quase como certo o despimento de 60% dos trabalhadores em outubro. Agora o presidente da Câmara da Guarda diz que há que encarar o futuro e encontrar outras soluções para manter a empresa aberta a partir de outubro. Para mitigar essa perda do grande cliente da DURA da Guarda, o Presidente da Câmara admite apoios financeiros de acordo com as regras europeias, com o objetivo de relançar novos projetos para a empresa.
Já o vereador do PS, que levantou a questão na reunião de Câmara admite que o assunto é delicado, mas diz que a Câmara da Guarda podia ter precavido esta situação, já há algum tempo. Eduardo Brito entende que a Câmara da Guarda deveria ter uma estrutura profissionalizada, na captação de novos investidores para o tecido empresarial do concelho. (ouvir aqui)


