A Polícia Judiciária (PJ) confirmou que, no âmbito das recentes diligências realizadas na Câmara Municipal da Guarda, na Biblioteca Municipal e em três empresas do Norte do país, não foram constituídos quaisquer arguidos. A informação foi avançada à Rádio F por esta polícia e em resposta ao pedido de esclarecimento sobre o estado do inquérito.

As buscas, levadas a cabo pelo Departamento de Investigação Criminal da Guarda no dia 12 de fevereiro, tiveram como objetivo a recolha de elementos de prova relacionados com crimes de participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político. A origem da investigação incide sobre o órgão executivo eleito no mandato anterior, que era liderado por Sérgio Costa. Existem suspeitas de que terão sido ignorados os formalismos legais na contratação pública de eventos, de forma a favorecer sistematicamente as mesmas empresas.

Apesar da inexistência de arguidos nesta fase, a PJ confirmou a apreensão de diversos elementos probatórios durante as buscas. Este material será agora sujeito a análise pericial para ser posteriormente incorporado no processo de investigação que corre os seus trâmites.

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