O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, não aceita o argumento da passagem para as 35 horas, para justificar o encerramento de camas no Hospital da Guarda

Na passada segunda-feira o conselho de administração da ULS da Guarda, anunciou entre outras medidas, o encerramento de 16 camas de internamento no Hospital da Guarda, com o argumento da carência de recursos humanos, agravado com a passagem para as 35 horas. O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) mostra-se surpreendido com o argumento usado pelo conselho de administração, o sindicalista Ricardo Correia, refere que há muito, que o SEP tem vindo a alertar para uma carência estrutural de enfermeiros na ULS da Guarda.

O sindicalista não aceita o argumento da passagem para as 35 horas, para justificar o fecho de 16 camas na ULS da Guarda Ricardo Correia até entende a atitude do conselho de administração enquanto órgão de gestão, mas com o propósito de reivindicar a contratação de mais enfermeiros.

O sindicalista refere que apesar destas medidas tomadas pela ULS da Guarda, o nível de segurança para os utentes mantém-se o mesmo.

O enfermeiro Ricardo Correia recorda que há muito, o SEP alertou para a necessidade de contratar mais profissionais para a ULS da Guarda, o sindicalista diz que as necessidades rondam 150 novos profissionais, mas reconhece que de imediato são necessários mais 50 enfermeiros.