Representante da Ordem dos Médicos na Guarda entende que a culpa da demissão de três médicos coordenadores da ULSG é em primeiro lugar do Ministério da Saúde

Três médicos do Hospital da Guarda apresentaram a demissão de coordenação, no bloco operatório, na cirurgia do ambulatório e na área cirúrgica, a notícia foi conhecida pelo presidente da seção do centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortês. Para José Manuel Rodrigues, represente da Ordem na Guarda, estas demissões prendem-se essencialmente com a falta de segurança e a carência de médicos.

Carlos Cortes falou de uma “situação explosiva” na ULS da Guarda, o médico Jose Manuel Rodrigues refere que a afirmação pode dever-se por causa da falta de médicos em algumas especialidades na Urgência do Sousa Martins. Para o representante da Ordem dos Médicos na Guarda, a culpa desta situação é em primeiro lugar do Ministério da Saúde.

Já para o mês de Outubro a ordem dos médicos vai reunir com os chefes de serviço da ULS da Guarda, para aferir a situação da carência de meios e médicos nesta unidade hospitalar. O representante da ordem na Guarda refere que este encontro agendado para 19 de outubro, nada se prende com o facto da demissão dos três médicos coordenadores.