Presidente do IPG refere que não se devem criar estigmas em relação aos alunos oriundos dos PALOP, “eles não são uns coitadinhos”

O presidente do IPG considera que não se devem criar estigmas em torno dos alunos oriundos dos PALOP, para Constantino Rei estes estudantes tem apenas algumas dificuldades em questões de logística quando chegam à Guarda. O presidente do IPG falou no programa da Rádio F, Conversa em Binómio, da iniciativa levada a cabo pelo Gabinete de Medição Intercultural do Politécnico, denominada “Os Estudantes dos PALOP precisam da sua ajuda”, Constantino Rei entende que esta ação, serve sobretudo para a ajudar a integrar este alunos, e não se tratou de um peditório para os estudantes oriundos dos PALOP. O presidente de IPG considera que não se devem criar estigmas em torno destes alunos e referiu que estes alunos não são, “uns coitadinhos”. Constantino Rei compreende que nos primeiros meses haja alguma dificuldade na integração dos estudantes internacionais, por questões logísticas estes alunos não podem trazer da sua terra natal alguns bens, como roupa de cama e utensílios de cozinha.

O presidente do IPG ainda assim reconhece que possa haver casos pontuais onde haja necessidade de prestar apoio no âmbito alimentar, mas Constantino Rei também refere que também há casos de alunos portugueses a necessitarem desse mesmo apoio.

O presidente do IPG recorda que os alunos estrangeiros para virem estudar para Portugal, passam pelo crivo do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras bem como pelas Embaixadas, sendo obrigados a demonstrar que têm recursos financeiros para sobreviverem no nosso país.