Deputado Municipal do Bloco de Esquerda quer uma cidade viva “24, sobre 24 horas”, «os estudantes não vão para a cama à meia-noite»

O deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal repudia algumas manifestações de racismo que diz existirem contra os estudantes dos países africanos de língua oficial portuguesa que estão no Politécnico da Guarda. Marco Loureiro contou que há umas semanas houve um pequeno episódio menos feliz com meia dúzia de alunos que se portaram mal e que logo se generalizou que seriam todos. O ex-presidente da Associação Académica justifica que a Guarda precisa destes estudantes e lamenta que algumas pessoas tenham sentimentos racistas em relação a estes alunos do IPG.

Marco Loureiro falou ainda dos horários dos estabelecimentos nocturnos. O bloquista pediu para que não haja limitação porque a Guarda tem de ser uma cidade viva durante 24 horas.O presidente da Câmara da Guarda mostrou-se solidário com o deputado do Bloco. Álvaro Amaro disse que repudia, por inteiro, qualquer tipo de manifestação racista e acrescentou que já deu sinais de que quer uma cidade para os estudantes.