Em entrevista à Rádio F, Carlos Cortes, relembra que este não é um problema exclusivo desta região e que tem levado ao encerramento de maternidades e blocos de partos um pouco por todo o país, tal como acontece hoje na Guarda. Somado o número de partos das três maternidades da Guarda, Covilhã e Castelo Branco este não atinge os 1500, valor mínimo estabelecido para manter a abertura de uma única maternidade. Mas Carlos Cortes ressalva, que é necessário haver uma resposta efetiva nesta região e nesta área. Atendendo a estes factos, Presidente da Secção do Centro da Ordem dos Médicos defende um trabalho em complementaridade entre estas três unidades hospitalares. É preciso encontrar soluções conjuntas e dentro do seio destes três hospitais da Beira Interior para a área da obstetrícia e mesmo em outras valências, defende o dirigente da Ordem dos Médicos. Com o quadro atual de médicos de obstetrícia na Guarda, Covilhã e Castelo Branco é humanamente impossível, manter as três urgências obstétricas abertas, diz Carlos Cortes. E o problema, já se sabe, é falta de médicos obstetras no SNS e é fundamental que os três hospitais dialoguem para encontrarem uma resposta integrada que dê estabilidade às grávidas deste território. Carlos Cortes entende que no novo Ministro da Saúde deve ter um papel decisivo para uma resposta nesta área que abrange os distritos da Guarda e Castelo Branco. O Presidente da Secção do Centro da Ordem dos Médicos admite apoiar a solução que venha a ser apresentada pela comissão de obstetrícia, isto se a mesma, for vantajosa para as grávidas da Beira Interior.

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