Agostinho Gonçalves justificou a ausência de uma intervenção politica no congresso federativo do PS, com o compromisso que assumiu na concelhia da Guarda

O presidente da Concelhia do PS da Guarda disse à Rádio F, que não teve uma intervenção politica no congresso federativo do PS que decorreu em Figueira de Castelo Rodrigo, porque foi esse o compromisso que assumiu na comissão política concelhia do PS da Guarda. Agostinho Gonçalves diz que não faria sentido intervir enquanto presidente da Concelhia da Guarda no congresso, uma vez que a estrutura local enquanto órgão, não apoiou nenhuma candidatura.

Quanto ao facto da lista à comissão política distrital apresentada por Pedro Fonseca não incluir militantes do PS da concelhia da Guarda nas primeiras posições, Agostinho Gonçalves refere que a formação desta, foi da responsabilidade do líder da Federação e que enquanto presidente da concelhia entende que não deve fazer lobbie, ou pressão politica, para impor nomes e lugares.

Agostinho Gonçalves ainda assim desejava que mais militantes da Guarda integrassem este órgão do PS, mas ressalva que essa será a pertença de todas as concelhias da federação.

O presidente da concelhia da Guarda do PS também falou da eleição de Pedro Fonseca para a Federação, Agostinho Gonçalves não esconde que é amigo pessoal do líder distrital. O dirigente político entende que agora é tempo de deixar Pedro Fonseca desenvolver a sua atividade política e daqui a dois anos avaliar a prestação do Presidente da Federação do PS da Guarda. (ouvir aqui)